autores 

Alberto Martins

(Santos, 1958) Escritor e artista plástico, formado em Letras e Artes Visuais pela USP. É autor de vários livros para adultos e para crianças, entre eles A floresta e o estrangeiro (2000); A história dos ossos (2005); Em trânsito (2010) e Lívia e o cemitério africano (2013), que recebeu o prêmio APCA de Melhor Romance do Ano.

(Rio de Janeiro, 1966) Poeta e professor de Teoria Literária da UFRJ. Como poeta publicou, entre outros, mais cotidiano que o cotidiano (Azougue Editorial, 2013) e A fronteira desguarnecida; poesia reunida 1993-2007 (Azougue Editorial, 2007). Como ensaísta, seus últimos livros foram apoesia contemporânea (Azougue Editorial, 2014) e Kafka poeta (Azougue Editorial, 2015).

(Rio de Janeiro, 1988) Publicou seu primeiro livro de poesia, Dobradura (7Letras), em 2008. Em 2012, lançou, em parceria com Armando Freitas Filho, a plaquete Pingue-PongueRabo de baleia (Cosac Naify) recebeu o prêmio APCA de poesia de 2013. Em 2014, lançou Ilha da decepção com o pai, Alexandre Sant'Anna, uma plaquete que reúne fotos e um poema sobre uma ilha do polo sul.

Ana Martins Marques

(Belo Horizonte, 1977) Autora de A vida submarina (Scriptum, 2009), Da arte das armadilhas (Companhia das Letras, 2011), que recebeu o Prêmio da Fundação Biblioteca Nacional, e O livro das semelhanças (Companhia das Letras, 2015), vencedor do prêmio APCA de poesia.

Augusto Massi

(São Paulo, 1959). Poeta e professor. Publicou Negativo (Companhia das Letras, 1991) e A vida errada (7letras, Moby Dick, 2001). Como crítico, organizou e prefaciou Gaveta de guardados, de Iberê Camargo (SP: Edusp, 1998), Eu vi o mundo, de Cícero Dias (SP: Cosac Naify, 2011), Retratos parisienses, de Rubem Braga (RJ: José Olympio, 2013) e Poesia completa de Raul Bopp (RJ: José Olympio, 2014). 

Bruno Brum

(Belo Horizonte, 1981) Poeta e designer gráfico. Publicou os livros Mínima ideia (2004), Cada (2007) e Mastodontes na sala de espera (2011, vencedor do Prêmio Governo de Minas de Literatura em 2010, na categoria poesia). É um dos editores da Coleção Leve um Livro, que distribui gratuitamente 5 mil livros de poesia por mês nas ruas da capital mineira. 

Carlos Augusto Lima

(Fortaleza, 1973). É poeta e autor, entre outros, de Regras para uma competição no deserto (2015) e Motociclista no globo da morte (2016). 

Fabiano Calixto

(Garanhuns, PE, 1973). É poeta. Vive em São Paulo e cursa doutorado em Teoria Literária e Literatura Comparada pela USP. Publicou Algum (edição do autor, 1998), Fábrica (Alpharrabio Edições, 2000), Um mundo só para cada par (Alpharrabio Edições, 2001), Música possível (CosacNaify/ 7Letras, 2006), Sanguínea (Editora 34, 2007), A canção do vendedor de pipocas (7Letras, 2013), Equatorial (Tinta-da-China,2014) e Nominata morfina (Córrego/Corsário-Satã/Pitomba, 2014).

Fabrício Corsaletti

(Santo Anastácio, 1978) Desde 1997, vive em São Paulo. Publicou, entre outros, os contos de King Kong e cervejas (Companhia das Letras, 2008), a novela Golpe de ar (Editora 34, 2009) e os poemas de Esquimó (Companhia das Letras, 2010, prêmio Bravo!). Desde 2010 é colunista da revista sãopaulo, do jornal Folha de S.Paulo, onde publica quinzenalmente crônicas e poemas.

(Araxá, 1938) É autor dos livros Sol dos cegos (1968), Passatempo (1974), Dia sim dia não (1978; este com Eudoro Augusto), Festa (1981), Lago, montanha (1981), O corpo fora (1988), Elefante (2000). Seus poemas foram reunidos três vezes, a última delas em Poemas [1968-2000] (Cosac & Naify, 2004). Em 2011, publicou O metro nenhum (Cia das Letras, 2011), que recebeu o prêmio APCA. Além deste, foi premiado duas vezes com o Jabuti.

Frank O'Hara

(EUA, 1926-1966). Poeta norte-americano que fez parte da Escola de Nova de Iorque. Publicou seus primeiros livros nos anos 1950 e foi curador do MoMA nos anos 1960, tendo estabelecido um diálogo profícuo com artistas plásticos da época.

Horácio Costa

(São Paulo, 1954) Formou-se em arquitetura; é poeta, tradutor, ensaísta e professor de literatura; publicou, entre outros, os livros de poemas The Very Short Stories (1991), Quadragésimo (1999), Ravenalas (2008), Bernini (2013, vencedor do Jabuti de poesia) e a coletânea de ensaios Mar aberto: ensaios de literatura brasileira, portuguesa e hispano-americana (2010).

Ismar Tirelli Neto

(Rio de Janeiro, 1985) Poeta, ficcionista, roteirista e tradutor. Vive e trabalha atualmente em Curitiba. Lançou os seguintes livros: synchronoscopio (2008), Ramerrão (2011) e Os Ilhados (2015) Atualmente assina uma coluna no blog da Editora Cotovia, chamada Aborrecimento, quase poesia.

Jorge Wanderley

(Recife, 1938-1999) Foi neurologista e professor de literatura brasileira e comparada na UERJ. No Recife, publicou os livros de poesia Gesta e poemas anteriores (1960) e Adiamentos (1974). Em seguida muda-se para o Rio de Janeiro e publica os livros Coração à parte (1979), A foto fatal (1986), Anjo novo (1987), Manias de agora (1995), O agente infiltrado (1999) e, postumamente, Antologia poética (2001). É autor do livro de crítica Arquivo/Ensaio (Edusp) e tradutor de inúmeros poetas, entre eles, Valery, Shakespeare, Bukowski e Dante.

Kenneth Goldsmith

(Nova York, 1961) Poeta e artista norte-americano, fundou em 1996 o site Ubu.web, enorme acervo digital de poesia (www.ubu.com). Leciona na Universidade da Pensilvania. Publicou, entre dezenas de livros, Soliloquy (2001), The Weather (2005), Traffic (2007) e Sports (2008) e tornou-se mais conhecido pelas propostas de "escrita não-criativa", apresentadas no livro Uncreative writting: managing language in the digital era (2011). 

Ledusha B. A. Spinardi

(Assis, 1953) É autora dos livros Risco no disco (Edição da autora, 1981; Luna Parque Edições, 2016), Finesse & Fissura (Brasiliense, 1984), 40 graus (Francisco Alves, 1990), Exercícios de levitação (7letras, 2002) e Notícias da ilha (7letras, 2012). 

Leslie Kaplan

(Nova York, 1943) Escritora francesa que nasceu em Nova York e cresceu em Paris, onde vive atualmente. É autora de diversos livros, entre os quais, Mon Amérique commence en Pologne (P.O.L. 2009) e O psicanalista (Companhia das letras, 2001). 

Leonardo Martinelli

(Rio de Janeiro, 1971-2008) Poeta, compositor e crítico, foi guitarrista da banda Miserê e publicou o livro Dedo no ventilador (Bem-te-vi, 2005) e importantes ensaios sobre poesia contemporânea.

Lu Menezes

(São Luís, 1948). Poeta e pesquisadora. Publicou O amor é tão esguio (ed. independente,1980), Abre-te, rosebud! (Sette Letras, 1996) e Onde o céu descasca (7letras, 2011), além do ensaio Francisco Alvim por Lu Menezes (Eduerj, Coleção Ciranda da Poesia, 2013).

Lucas Matos

(Rio de Janeiro, 1985) Poeta e ator. Publicou dois livros de poesia, ambos pela 7letras, Três semblantes (2015) e 1989 (2018, finalista do prêmio Rio de Literatura). Integra o coletivo Bliss não tem bis. Além disso, trabalha como professor de Língua e Literatura do CAP-UERJ. 

Marcos Siscar

(Borborema, 1964) Poeta, tradutor e professor da Unicamp. Publicou, como poeta, Metade da arte (Cosac Naify/7Letras, 2003), Interior via satélite (Ateliê, 2010) e Manual de flutuação para amadores (7Letras, 2015), entre outros. Poesia e crise (Ed. Unicamp, 2010), Ana Cristina Cesar (EDUERJ, 2011) e Haroldo de Campos (EDUERJ, 2015) são alguns de seus livros de ensaio.

(Rio de Janeiro, 1982) Cantor, compositor e escritor. Entre suas produções mais recentes estão o disco Praia (Maravilha 8, 2013) e os livros:  As Duas (Megamíni, 2014), As Quatro Estações (Cobogó, 2015) e Casa (7Letras, 2015). Atualiza regularmente o site www.marovatto.org 

Marília Garcia

(Rio de Janeiro, 1979) Tradutora e autora dos livros 20 poemas para o seu walkman (Cosac Naify, 2007), Engano geográfico (7letras, 2012), Um teste de resistores (7letras, 2014), Paris não tem centro (7letras, 2016) e Câmera lenta (Companhia das letras, 2017).

Nathalie Sarraute

(Rússia, 1900-1999) Escritora francesa nascida na Rússia, Nathalie Sarraute foi ainda criança morar na França e passou seus primeiros anos entre os dois países. Teve uma formação acadêmica ampla, com estudos em inglês, história, química e direito, e publicou seu primeiro livro, Tropismos, em 1939. Nos anos 50, por sua recusa ao romance tradicional, será muito lida pelos escritores do nouveau roman e passa a ser considerada, por eles, como uma precursora. Publicou, entre outros, A Era da suspeita, livro de ensaios, Os frutos de ouro e Infância.

Reuben

(São Luís, 1984) Poeta, artista sonoro e improvisador. Autor de quase dez livros, entre eles Escaldante e a série de ficção científica Siga os sinais na brasa longa do haxixe. 

Ricardo Domeneck

(Bebedouro, São Paulo, 1977) Autor dos livros Carta aos anfíbios (Bem-Te-Vi, 2005), a cadela sem Logos (Cosac Naify/7Letras, 2007), Sons: Arranjo: Garganta (Cosac Naify/7Letras, 2009), Cigarros na cama (Berinjela, 2011), Ciclo do amante substituível (7Letras, 2012) e Medir com as próprias mãos a febre (2015), editado no Brasil pela 7Letras e em Portugal pela Mariposa Azual. É editor das revistas Modo de Usar & Co. e Cabaret Wittgenstein. Desde 2002, mora em Berlim.

Roy David Frankel

(Rio de Janeiro, 1987) Formado em engenharia e letras, atualmente é doutorando em ciência da literatura pela UFRJ. Como engenheiro de letras, Sessão é o seu primeiro livro. Possui um caderno de rascunho de escritos literários em www.realidadesficcionais.blogspot.com.

Tarso de Melo

(Santo André, 1976). É advogado, doutor em filosofia do Direito pela USP. Autor de diversos livros reunidos em Poemas 1999-2014 (2015) e de Íntimo desabrigo (2017). 

(Rio de Janeiro, 1988-2018) Autor dos livros O amor dos homens avulsos (Companhia das letras, 2016), Glória (7Letras, 2012, Prêmio Jabuti), O escritor Victor Heringer (Megamíni, 2015) e automatógrafo (7Letras, 2011), além das séries de vídeos Arquespélago (2012) e Q (2013). Site do autor http://automatografo.org/ 

Vilma Arêas

(Campos dos Goytacazes, 1936) é autora dos livros de ficção Partidas (1976), Aos trancos e relâmpagos (1988, prêmio Jabuti), A terceira perna (1992, prêmio Jabuti), Trouxa frouxa (2000, prêmio da União brasileira dos escritores) e Vento sul (2011). Como ensaísta, publicou estudos sobre Martins Pena, Clarice Lispector e outros. É professora aposentada de teoria literária na Unicamp.

(Rio de Janeiro, 1933) Arquiteto, rabiscou caretas nas pranchas. Diplomata, perdeu várias pastas. Desagradou a gregos e troianos, com suas impróvidas gra§olas. Aprontou interminável série de panfletos, e alguns livros: Osso do Coração (Unicamp, 1993), Ás de Colete (Unicamp, 1994), Babylon (folhetins, Cia. Das Letras, 2004). Ximerix, de 2013(Cosac Naify), foi finalista do Prêmio Portugal Telecom. Voe no Zeplin (Maria Papelão editora, 2014), Xorok Kopox (edit. Vento Norte Cartonero, 2015) e Milorde e Medusa (e-book, e-galáxia ed., 2015). 

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