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O inferno é verde

Leslie Kaplan

tradução de Zéfere

 

Em 2005, a periferia parisiense pegou fogo por conta dos jovens filhos de imigrantes reivindicando sua identidade como franceses. Em 2005, Leslie Kaplan veio ao Brasil e encontrou um grafite num muro em Recife que dizia: “o inferno é verde”. 

Entrelaçando esses fatos e inúmeras outras referências, como Bob Dylan, Bartheby, Tom Jobim, Hannah Arendt e James Baldwim, Leslie Kaplan compôs dois poemas longos que integram esta edição.

Em tradução de Zéfere, que recriou em português o jogo trilíngue usado pela autora para escrever os poemas, “O inferno é verde” aborda a inquieta relação entre política e poesia.

 

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